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Devoção – single de páscoa 2015

Single especial em comemoração a Páscoa.

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Baixe o áudio da música no SoundCloud: https://soundcloud.com/guilherme-andrade-e-banda/devocao

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Letra da Música:
O que eu posso dar
a um Deus que tem tudo?
Como medir a grandeza que tens?

O que dizer ao Deus que sustenta
o universo em suas mãos,
O universo em suas mãos

Como descrever a história que escreveste,
se conheces o fim, antes que aconteça?
E o que cantar ao criador
se a nossa canção vem de ti?

ôôô ofereço devoção
ôôô ao filho do amor
ôôô que assassinado foi
ôôô e em três dias ressuscitou

Foi por amor
que o próprio amor se entregou
em meu favor

Foi por amar
que naquela cruz
sofreu em meu lugar

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Ficha técnica:
GAB é: Guilherme Andrade, Lucas Branco e Marcos Paiva.
Participação especial: Tainá Sestiari.

Arranjos: GAB;
Letra: Guilherme Andrade
Produção musical, gravação e mixagem: Guilherme Andrade.
Áudio: Estúdio Livre acesso – Passa Quatro MG

Produção visual e edição de vídeo: Lucas Branco;

Suporte:
Marcos Paiva, Felipe Souza.

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Quem disse que a fé é inimiga da razão?

Em tempos de imperialismo neo-pentecostal associar pensamento à prática cristã parece incabível.

Nossa luta é para que esse “vínculo” seja quebrado.

Esse é um teaser do que vem pela frente (nas próximas semanas).

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Abração!

Tons de CInza
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Tons de Cinza

Faz frio na Mantiqueira, as minas de ouro e as montanhas gerais, parecem compactuar com a ideia de amplificá-lo, o que é bom para mim, que o prefiro por pelo menos 3 razões:

Primeiramente porque no frio não há possibilidade de não suar, uma das sensações mais agonizantes, é sentir aquela gota densa descer pelo canto do rosto, até chegar na parte interior do pescoço por falta de força suficiente para atravessar a bochecha, e que pelo mesmo motivo escorre lentamente, como quem zombeteiro pirraça as mãos que por conta de uma falta de lenço nada podem fazer, a não ser aumentar a lambuza.

Além disso sou um admirador de roupas, e o frio sugere uma elegância que por ser sorrateira, insiste em aliciar o meu encanto. É mais possível se vestir bem no frio do que no calor, posso estar enganado e sendo tendencioso pelo fato de o meu porte físico ser comparado ao de um grilo pelos que me conhecem e no frio a quantidade de roupas me dá a falsa ilusão de estar mais “cheinho”, mas prefiro argumentar racionalmente, dizendo: no frio é possível balancear a temperatura do corpo colocando mais roupas até o nível desejado, já no calor se tirar todas as peças e continuar com calor, não há mais o que fazer.

Agora apresento a razão mais abstrata e talvez a mais, prepotentemente afirmo, relevante, pelo seu ar psi e filosófico.
O frio cria um cenário sereno e extasiante, estimulando ainda mais o eu poético, não obstante ao fato, até as cores parecem sentir frio, é como se alguém responsável pela pintura do céu, por um descuido, esbarrasse na lata de tinta preta, e a grande quantidade de “universo” para pouca tinta, fizesse com que a tinta raleasse e deixasse tudo tom de cinza. Tons de cinza abolem o contraste de cores, e isso é bom.
Enquanto aqueles enormes claros e escuros nos lembram de como a vida é em seus altos e baixos, os tons de cinza deixa tudo no mesmo nível, enquanto os contrastes coloridos nos lembram dos extremos de opiniões, para os tons de cinza o sol não é tão forte e a sombra não é tão escura , os contrastes coloridos nos lembram das diferenças entre as cores, para os tons de cinza todos somos iguais.

Por – Guilherme Andrade

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